LP Vinil – Paul Mcartney – Press to Play

R$ 70,00

Descrição

O “Press to Play” é o sexto álbum de estúdio do músico inglês Paul McCartney, lançado em agosto de 1986. Ele é um disco fundamental para entender o esforço de McCartney em se adaptar ao som do Pop e do Rock dos anos 80.

Após o desempenho comercial e crítico decepcionante do seu projeto cinematográfico Give My Regards to Broad Street (1984), McCartney buscou uma renovação sonora.

Produção e Estilo
Produtor: Para buscar um som mais contemporâneo, Paul McCartney recrutou Hugh Padgham, um produtor em alta na época, famoso por trabalhar com artistas como The Police, Genesis, Phil Collins e Peter Gabriel.

Sonoridade dos Anos 80: O álbum abraça a estética da década de 80, o que significa produção digital, sintetizadores proeminentes e o uso característico de bateria eletrônica. Essa abordagem moderna (que McCartney não havia explorado tanto) foi tanto um ponto de interesse quanto de crítica.

Colaboração: Muitas das faixas foram coescritas com Eric Stewart, ex-membro da banda 10cc, marcando uma colaboração importante na carreira solo de Paul.

Faixas de Destaque
O álbum apresenta uma mistura de rock mais agressivo, pop e baladas:

“Press”: O single principal. É uma faixa pop enérgica e melódica, que, apesar de não ter sido um sucesso estrondoso, se tornou a mais conhecida do álbum.

“Only Love Remains”: Uma balada orquestral mais tradicional, que acena para o lado romântico de McCartney.

“Stranglehold”: Uma faixa de rock de abertura, que tenta injetar uma energia mais forte no álbum.

“Angry”: Notável por contar com participações de Pete Townshend (do The Who) na guitarra e, em algumas partes, Phil Collins na bateria (embora Collins não seja creditado em todas as faixas).

Recepção e Legado
A recepção do Press to Play foi mista. Embora Paul tenha tentado se modernizar, o álbum não atingiu o sucesso comercial de seus trabalhos anteriores, sendo um dos que menos vendeu em sua carreira solo nos EUA.

Críticas: Muitos críticos e fãs da época acharam que a produção de Padgham, com seu som digital e “datado” dos anos 80, acabou sufocando a melodia e a magia natural das composições de McCartney.

Opinião Atual: Hoje, o álbum é frequentemente revisitado e considerado por muitos fãs como subestimado, defendendo que, apesar da produção pesada, as músicas em si possuem boas composições e mostram McCartney disposto a experimentar.

Em resumo, “Press to Play” é o disco de Paul McCartney que mais se rendeu à sonoridade dominante dos anos 80, servindo como uma ponte sonora entre a fase Give My Regards to Broad Street e seu retorno triunfal, mais maduro e aclamado pela crítica, com “Flowers in the Dirt” (1989).

Gostaria de saber mais sobre a participação de Pete Townshend ou Phil Collins no álbum, ou o que veio depois no álbum Flowers in the Dirt?

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