Descrição
Lançado em 1989, Cosmic Thing é o quinto álbum de estúdio dos The B-52’s e marcou um retorno triunfal (um comeback) à cena musical após um período de luto e incerteza para a banda.
O álbum anterior, Bouncing Off the Satellites (1986), não teve o sucesso esperado e foi lançado logo após a morte do guitarrista e membro fundador Ricky Wilson em 1985. A banda quase se desfez, mas decidiu continuar. Cosmic Thing foi o disco que os tirou desse momento difícil e os levou a um novo patamar de sucesso global.
O Som e a Produção
Produtores: O álbum foi coproduzido por Don Was e Nile Rodgers (do Chic), que trouxeram uma sonoridade mais polida, acessível e funky para o estilo já excêntrico da banda.
Estilo: Mantém o espírito new wave e rock excêntrico dos B-52’s (com letras de ficção científica, camp e festas), mas com uma pegada mais orientada para o pop e o dance que se encaixou perfeitamente no final dos anos 80.
A Retomada: Foi a primeira vez que Fred Schneider, Kate Pierson e Cindy Wilson dividiram os vocais de forma tão proeminente, preenchendo o vazio do vocal-guitarra deixado por Ricky.
Os Maiores Sucessos (Singles)
O álbum gerou hits que se tornaram clássicos instantâneos e são as músicas mais conhecidas da banda:
“Love Shack”: O maior sucesso. É um hino de festa com uma energia contagiante, vocais poderosos de Kate Pierson e uma letra que descreve uma barraca de amor onde “todo mundo está convidado”.
“Roam”: Uma balada pop e new wave mais suave, com harmonias impecáveis, que fala sobre viagens e liberdade.
“Channel Z”: Uma faixa mais new wave e política, com a crítica social disfarçada em um ritmo dançante.
“Deadbeat Club”: Uma homenagem nostálgica à vida de artista boho em Athens, Georgia, onde a banda se formou.
Legado e Impacto
Sucesso Comercial: O álbum foi um sucesso estrondoso, alcançando o Top 5 nas paradas de álbuns dos EUA e Reino Unido e vendendo milhões de cópias. Lançou os B-52’s de volta ao estrelato e os apresentou a uma nova geração de fãs.
Relevância Cultural: Ele capturou a alegria e a exuberância do final dos anos 80 e início dos 90, e as músicas continuam a ser tocadas em festas e filmes até hoje.
Superação: Representa um momento de superação pessoal e artística, onde a banda conseguiu canalizar a dor em um trabalho cheio de vitalidade e cor.
Em resumo, Cosmic Thing é um disco essencial, não só para os fãs de B-52’s, mas para quem aprecia o pop new wave dançante. É a definição de um feel-good album com profundidade e história por trás.







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