Descrição
“Breakfast in America” (1979) é um milagre da engenharia sonora. Para qualquer colecionador de vinil, este não é apenas um disco de música; é o álbum que você usa para mostrar aos seus amigos como o seu sistema de som pode soar incrível.
É o auge do Supertramp, onde o Rock Progressivo se fundiu perfeitamente com o Pop, resultando em um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.
1. Perfeccionismo Audófilo
Este disco é frequentemente citado por audófilos como uma das gravações mais bem feitas da história.
O Piano Wurlitzer: O som “mordido” e metálico do piano elétrico, marca registrada da banda, salta das caixas de som no vinil.
Dinâmica: A transição entre os momentos silenciosos e as explosões de saxofone e bateria é nítida e potente.
2. O Lado A vs. Lado B (Hinos Absolutos)
Dificilmente você encontrará um disco com tantos sucessos em sequência:
“The Logical Song”: Uma obra-prima sobre a perda da inocência. No vinil, os efeitos sonoros (como o som de jogo eletrônico no final) são muito divertidos de ouvir.
“Goodbye Stranger”: O falsete de Rick Davies e as camadas de vocais no final são de arrepiar.
“Breakfast in America”: A faixa-título tem aquele ar de “marcha” circense que fica grandiosa em 12 polegadas.
“Take the Long Way Home”: A gaita de boca na introdução é um dos momentos mais icônicos do rock.







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