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Você já ouviu falar em financiamento coletivo? Pois bem: essas duas palavras juntas têm sido a alternativa vital para que artistas independentes realizem seus sonhos e concretizem suas obras no mundo. O financiamento coletivo, também conhecido como crowdfunding, nada mais é do que um convite ao público para se envolver e participar da implementação de um projeto artístico desde o seu início, acompanhando e fazendo parte de todos os passos e processos. Através da captação de recursos financeiros pelas colaborações de pessoas que acreditam na causa, a força coletiva permite que tudo aconteça. E é importante não confundir com uma simples vaquinha, pois o projeto entrega metas e recompensas reais: existe uma troca direta entre artista e apoiador.

Luciana Canizella, cantora ourinhense, resolveu se lançar nessa proposta para materializar três grandes metas. A primeira delas é o seu novo show, fruto de sua pesquisa sobre compositoras da música brasileira. Intitulado “Mulheres Compositoras: Elas estão entre nós”, o repertório reúne obras de Dolores Duran, Dona Ivone Lara, Sueli Costa, Leci Brandão, Anastácia, Lia de Itamaracá, entre outras, incluindo uma composição da própria Luciana. Após alguns anos apresentando esse espetáculo em um formato intimista de voz e violão, ao lado do músico conterrâneo Glauber Seixas, chegou o momento de apresentá-lo ao mundo como sempre sonhou: acompanhada de uma formação maior e de arranjos musicais exclusivos feitos por Fábio Leal, uma das maiores expressões da guitarra brasileira no cenário musical. Esta nova roupagem é, enfim, a representação sonora da musicalidade que Luciana defende e cultiva nos últimos 20 anos.
A segunda meta consiste na obtenção do registro audiovisual completo do espetáculo, realizado com estrutura profissional para que o projeto alcance novos palcos, plateias e caminhos, alastrando o legado dessas compositoras e permitindo que o público acesse o show quando desejar. Por fim, a terceira meta é o coroamento de todos esses movimentos com a gravação do primeiro álbum da carreira de Luciana. O processo de gravação terá início um dia após o show de lançamento, que já tem data e local para acontecer: dia 12 de julho, em São Paulo, no espaço Casa de Artes, localizado na Rua Major Sertório, 476, próximo à Santa Casa e à Universidade Mackenzie.

. “A Voz de Marinês” Lu Canizella voz e triângulo, Ju Flor sanfona e Bia Ramos zabumba,
E as possibilidades não param por aí. Ao acessar a campanha, você encontra diversas recompensas como forma de apoio. É possível garantir ingressos para o show, acessar os arranjos do álbum, participar de oficinas presenciais com Luciana em São Paulo ou Ourinhos, ter aulas de canto online, adquirir camisetas exclusivas, realizar um ensaio fotográfico com Rafael Berezinski ou até contratar shows especiais, como o duo com Fábio Leal ou o projeto “A Voz de Marinês” com um trio de forró feminino. Para empresas que desejam contribuir, existem cotas de patrocínio com divulgação da marca em todos os materiais e durante o evento. As colaborações podem ser feitas de diversas formas, inclusive através da alternativa de “doar por Pix rápido” com a quantia que o coração desejar.
O financiamento coletivo é uma proposta inovadora que já vem tomando forma há anos por meio de diversas plataformas, como a Benfeitoria. Um texto recente de Magda Pucci — musicista, pesquisadora e produtora — nos alerta que viver de arte no Brasil, fora dos circuitos comerciais, é habitar um território instável. Muitos artistas desenvolvem trabalhos consistentes e relevantes que não se encaixam na lógica do “ultra popular” e, por isso, acabam em um limbo entre a falta de patrocínios robustos e a escassez de políticas públicas. É por isso que Luciana faz este chamado e pede que se juntem a ela na construção desta nova etapa, expandindo a experiência coletiva e abraçando todos que acreditam no fortalecimento do legado feminino na MPB. Afinal, do coletivo tudo nasce, renasce, pulsa, floresce e se sustenta.

Luciana Canizella lança financiamento coletivo com 3 metas para realização de novo show e em seguida gravação do primeiro álbum da carreira.es realizem seus sonhos e concretizem suas obras no mundo. O financiamento coletivo, também conhecido como crowdfunding, nada mais é do que um convite ao público para se envolver e participar da implementação de um projeto artístico desde o seu início, acompanhando e fazendo parte de todos os passos e processos. Através da captação de recursos financeiros pelas colaborações de pessoas que acreditam na causa, a força coletiva permite que tudo aconteça. E é importante não confundir com uma simples vaquinha, pois o projeto entrega metas e recompensas reais: existe uma troca direta entre artista e apoiador.
Luciana Canizella, cantora ourinhense, resolveu se lançar nessa proposta para materializar três grandes metas. A primeira delas é o seu novo show, fruto de sua pesquisa sobre compositoras da música brasileira. Intitulado “Mulheres Compositoras: Elas estão entre nós”, o repertório reúne obras de Dolores Duran, Dona Ivone Lara, Sueli Costa, Leci Brandão, Anastácia, Lia de Itamaracá, entre outras, incluindo uma composição da própria Luciana. Após alguns anos apresentando esse espetáculo em um formato intimista de voz e violão, ao lado do músico conterrâneo Glauber Seixas, chegou o momento de apresentá-lo ao mundo como sempre sonhou: acompanhada de uma formação maior e de arranjos musicais exclusivos feitos por Fábio Leal, uma das maiores expressões da guitarra brasileira no cenário musical. Esta nova roupagem é, enfim, a representação sonora da musicalidade que Luciana defende e cultiva nos últimos 20 anos.
A segunda meta consiste na obtenção do registro audiovisual completo do espetáculo, realizado com estrutura profissional para que o projeto alcance novos palcos, plateias e caminhos, alastrando o legado dessas compositoras e permitindo que o público acesse o show quando desejar. Por fim, a terceira meta é o coroamento de todos esses movimentos com a gravação do primeiro álbum da carreira de Luciana. O processo de gravação terá início um dia após o show de lançamento, que já tem data e local para acontecer: dia 12 de julho, em São Paulo, no espaço Casa de Artes, localizado na Rua Major Sertório, 476, próximo à Santa Casa e à Universidade Mackenzie.

E as possibilidades não param por aí. Ao acessar a campanha, você encontra diversas recompensas como forma de apoio. É possível garantir ingressos para o show, acessar os arranjos do álbum, participar de oficinas presenciais com Luciana em São Paulo ou Ourinhos, ter aulas de canto online, adquirir camisetas exclusivas, realizar um ensaio fotográfico com Rafael Berezinski ou até contratar shows especiais, como o duo com Fábio Leal ou o projeto “A Voz de Marinês” com um trio de forró feminino. Para empresas que desejam contribuir, existem cotas de patrocínio com divulgação da marca em todos os materiais e durante o evento. As colaborações podem ser feitas de diversas formas, inclusive através da alternativa de “doar por Pix rápido” com a quantia que o coração desejar.
O financiamento coletivo é uma proposta inovadora que já vem tomando forma há anos por meio de diversas plataformas, como a Benfeitoria. Um texto recente de Magda Pucci — musicista, pesquisadora e produtora — nos alerta que viver de arte no Brasil, fora dos circuitos comerciais, é habitar um território instável. Muitos artistas desenvolvem trabalhos consistentes e relevantes que não se encaixam na lógica do “ultra popular” e, por isso, acabam em um limbo entre a falta de patrocínios robustos e a escassez de políticas públicas. É por isso que Luciana faz este chamado e pede que se juntem a ela na construção desta nova etapa, expandindo a experiência coletiva e abraçando todos que acreditam no fortalecimento do legado feminino na MPB. Afinal, do coletivo tudo nasce, renasce, pulsa, floresce e se sustenta.

